quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Trilhas Urbanas - A Travessia de Campo Grande-MS em 19/11/2010

Monumento Maçonico
Eram 05h30 da manhã quando o irmão Santos Silva me levou de carro até o ponto de partida .  Parti às 06:15 horário de MS do Rodo Anel Rodoviário da BR 163 próximo a  Gameleira(vide detalhe no mapa-gps abaixo). Seguindo pela BR 163 , percorri cerca de 8 km até a rodoviária, nesse trecho o tráfego é intenso , passei por monumentos de instituições como Lions Club e Rotary e ainda por um Posto de combustivel abandonado que fica em frente a Enersul(Empresa Energética de MS). Depois de 30 minutos percorridos cheguei a entrada da Vila Moreninha , desse ponto prá frente existem algumas concessionárias de implementos agricolas e veículos até chegar na rodoviária. Na rodoviária tirei algumas fotos  , esperei um pouco prá ver se conseguia avistar um ônibus da Expresso Queiroz que tem figuras da fauna pantaneira para fotografar , só que não apareceu nenhum. Prossegui a minha caminhada. 

Símbolo da UFMS
Depois do Trevo onde fica o Monumento aos Maçons(foto acima) começa a avenida Costa e Silva, passei sob um viaduto  e uns 500 metros depois a UFMS e em frente a esta a Igreja Batista.Continuei até o Cemitério Santo Antonio , onde começa a Avenida Calógeras .

Do meio da av Calógeras prá frente houve uma mudança na altimetria , tendo uma subida até chegar na Av. principal que é a Afonso Pena que seria o inicio da outra perna do "L" invertido - é como ficou o traçado no mapa - "L" de livre. 

Vagão Escritório
Na "Afonso Pena" existem pontos turisticos importantes como a Morada dos Baís, Relógio, Casa do Artesão, Mercadão Municipal e Feira Indigena dos *Indios Terenas com exposição de peças artesanais, ervas que curam, especiarias e etc... 

Fiz umas fotografias, passei pelo vagão escritório para saber sobre o preço de passagens no Trem do Pantanal que atualmente está fazendo a linha de Campo Grande à Miranda(220 km) . Quero aproveitar para agradecer  a Consultora de Viagens Juliana que me atendeu com muita educação, simpatia  e presteza. 

Maiores informações sobre o Trem do Pantanal no site www.serraverdeexpress.com.br 

Feira Indigena 
Na afonso pena achei um restaurante próximo a Praça do Rádio Clube para almoçar às 11h15. Depois do almoço fui para a Praça para descansar um pouco e depois prosseguir a segunda parte da caminhada. 

Deitado na praça com o espírito tranquílo com uma leve dor de cabeça, devido o sol muito quente, calor de 38º C,  o guarda me pergunta: "- Hablas espanhol?  Respondi: "- Não. Falo portuñol. Expliquei que era andarilho do MS mesmo.
O guarda do parque achou que eu era estrangeiro e não estava me sentindo bem, devido estar deitado com a mão entre o rosto e a testa para proteger meus olhos  de um "filete" de raio solar que passava entre as folhas da arvore e atingia exatamente os meus olhos. 


Fotografei o monumento aos japoneses, concha acústica e casa da arte e após prossegui pela rua Barão do Rio Branco , passando pelo forum, um parque e uma pracinha  com escultura de animais  do pantanal. Retornei para a "Afonso Pena" e continuei rumo ao ponto final da caminhada que era a entrada do Parque Nacional do Prosa, passei pelo Shopping Campo Grande. 



Depois do Shopping, sempre seguindo a "Afonso Pena" começa um passeio entre as duas vias , um verdadeiro "oásis verde" no meio da selva de pedra (foto acima). Chego  no Parque das Nações Indigenas às 13:25.


O Parque das Nações Indigenas é onde fica a Secretaria de Estado de Turismo e também são realizados show's com artistas nacionais e do estado  como a Banda Paralamas do Sucesso, Lulu Santos , Banda Muchileiros(Campo Grande/Ponta Porã), Mandioca Loca(Campo Grande), Jenifer Magnética(Campo Grande), Olho de Gato(Dourados)

Aqui é realizado o MS Canta Brasil.


PARQUE ESTADUAL DO PROSA(Ponto Final)

A idéia inicial da caminhada era chegar no Parque Estadual do Prosa que fica depois do Nações Indígenas, e fazer a trilha dentro dele ,como fui avisado que algumas pessoas tinham avistado uma onça solta, decidi pela prudência de não fazer a tal trilha. 

* São reconhecidos pelas habilidades no corte de cana-de-açúcar e outros trabalhos manuais, desfazendo o mito de que todo indio é vagabundo. Na realidade a vagabundagem não é exclusividade de nenhuma raça, cor, classe social.

 Veja os detalhes da caminhada no Mapa


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